Lição 3 - Jovens - 1º Trimestre de 2014

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Lições Jovens Discipulado

Lição 3 - Discipulado e oração
11 a 17 de janeiro

Lição 3 - 1º Trimestre de 2014


"Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em Mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em Mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste" (Jo 17:20,21).

Prévia da semana: Há poder na oração. Não é que nós dizemos a Deus o que Ele deve fazer. E que, mediante a oração, pensamos e vivemos de acordo com Seus pensamentos.
Leitura adicional: 1Sm 12:23; Tg 5:13-20; Ellen G. White, Caminho a Cristo, capítulo 11; comentários da Lição em cpb.com.br, no link serviços/lições/comentários


Domingo

12 de janeiro


O pão de cada dia

Lição - Introdução

Fequentemente, ficamos maravilhados quando lemos como Jesus alimentou milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes. No entanto, na maioria das vezes, deixamos escapar as lições de discipulado presentes nesse relato.
Primeiro, Jesus quer que compreendamos que Seu poder desconhece barreiras e que não importa quão desesperadora nossa situação possa ser. Ele pode produzir soluções que estão bem longe do alcance de nossa imaginação. Segundo, Ele quer que reflitamos no fato de que não foi Ele quem distribuiu comida por entre a multidão faminta, mas sim Seus discípulos. Com isso aprendemos que, após nossos momentos omunhão com Deus, devemos compartilhar com outros o que recebemos em Sua presença.
Distribuir tanta comida entre tantas pessoas deve ter levado muito tempo. Ao distribuírem a comida, os discípulos tinham que voltar a Cristo para pegar mais, quando o que tinham com eles acabava. De idêntica maneira, precisamos continuamente retornar a Jesus em busca de alimento espiritual para que possamos testemunhar aos outros. Nada jamais pode substituir nosso tempo "gasto" com Ele, estudando Sua Palavra, orando e ouvindo Sua voz.
Somos encorajados a orar pelas necessidades dos que estão à nossa volta. É por meio da oração que intercedemos pelos nossos amigos e amados, os quais desejamos ver no Céu. Precisamos reconhecer o poder ilimitado da oração. As promessas de Deus para aqueles que fazem uso desse poder ainda se aplica a nós hoje. "Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta" (Mt 7:7).
A oração, como aprenderemos nesta semana, é uma das formas que Deus deixou para buscarmos nosso "pão de cada dia" — a sabedoria, o amor e a direção de que precisamos para compartilhá-Lo com o mundo e com os que estão ao nosso redor.
Mãos à Bíblia
1. Leia Daniel 9:2-19. O que afligia Daniel? Qual é o papel da confissão nessa oração? Por causa da idade avançada, Daniel provavelmente não se beneficiaria da restauração de Jerusalém. Por isso, o que motivou sua oração?
Setenta anos se haviam passado desde que Jeremias tinha declarado a profecia mencionada por Daniel (Dn 9:2). Depois de tantos anos, os amigos de Daniel em Jerusalém provavelmente já haviam morrido. A restauração de Jerusalém também não resolveria a situação pessoal do profeta. Nada na oração de Daniel sugere preocupações egoístas. O antigo profeta implorou expressamente a respeito do futuro da nação judaica exilada e acerca da reputação do próprio Jeová. A ampla confissão precedeu seus pedidos. Na confissão, Daniel incluiu a si mesmo entre os desobedientes. O profeta não queria presumir a própria inocência. Ele assumiu a responsabilidade, enquanto estivesse buscando principalmente a restauração, a fim de beneficiar os outros.

Sebastián Vázquez | Las Condes, Santiago, Chile

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Segunda

13 de janeiro


Oração intercessora no discipulado

Lição - Exposição

Orar como Daniel orou (Dn 9:1-19). Por meio da oração de intercessão, podemos ser veículos das bênçãos de Deus na vida daqueles a quem queremos alcançar.
Note estes quatro pontos na oração de Daniel:
1. Ele orou com estudo das Escrituras, jejum e usando panos de saco e cinzas (símbolos de sua contrição). Daniel estava levando a sério a situação!
2. Ele reafirmou a posição de Deus diante dos israelitas como "grande", "temível", que guarda o concerto e que é cheio de amor e bondade.
3. Ele confessou todos os pecados deles.
4. Ele suplicou que a misericórdia e a graça de Deus recaíssem sobre eles.
Ao você começar a interceder pelas pessoas em sua esfera ou comunidade, use a oração de Daniel como um modelo e ore por aqueles que estão inconscientes do pecado no qual estão vivendo.
Orar como Jesus orou (Jo 17; Ef 1:15-21). Em João 17, vemos os mais profundos desejos de Jesus por Seus seguidores. Esses desejos são:
1. Que eles fossem "guardados" em nome de Jesus e permanecessem unidos.
2. Que eles fossem "guardados" do poder de Satanás.
3.Que eles experimentassem "santificação" (santidade, consagração).
4. Que eles estivessem "com Jesus" onde quer que Ele estivesse.
Há muitos cristãos que se afastam de Jesus e da igreja. Pode ser que se sintam muito sozinhos e tenham medo dos "crentes", por terem sido machucados por eles no passado. Podem ser indivíduos que lutam com vícios ou outras tentações. E pode ser que queiram voltar, mas não saibam como fazê-lo. João 17 é um modelo excelente de como orar por essas pessoas.
Orar como Paulo orou. Em João 17, vemos os mais profundos desejos de Jesus por Seus seguidores. Esses desejos são:
Em Efésios 1:15-21, lemos como Paulo orou por seus amigos em Éfeso. Quando oramos pelos nossos amigos geralmente oramos pela saúde deles, segurança, alívio da dor e solução de problemas. Mas a oração de Paulo indica que outras preocupações são mais importantes:
1. Ele orou para que os cristãos efésios tivessem sabedoria no conhecimento e na revelação de Deus.
2. Orou também para que o coração deles fosse iluminado, para que compreendessem: (a) a esperança que podiam ter no chamado de Deus; (b) a rica e gloriosa herança que o Senhor estava — e está - guardando para eles; e (c) a grandeza do poder de Deus, disponível a todos os que crêem nEle.
O conteúdo de Paulo aqui é completamente espiritual. Em vez de listar como ele quer que Deus atue em relação às circunstâncias externas da vida de seus amigos, Paulo expressa seu desejo pela saúde espiritual deles.
Assim também, devemos buscar "em primeiro lugar, Seu reino e Sua justiça" (Mt 6: 33), e o restante será consequência.
Pense Nisto
• Experimente orar pela misericórdia e graça de Deus sobre os pecados do povo em sua cidade.
• Você conhece alguém que esteja relativamente sozinho e sendo tentado agora mesmo? Como você pode orar especificamente por essa pessoa?
• Compare o conteúdo de suas orações por amigos crentes com a oração de Paulo pelos crentes efésios. O que é similar? O que não é? Como você pode refinar o conteúdo de suas orações?
• Pense em um exemplo do que acontece quando você tenta discipular alguém sem muita oração.
Mãos à Bíblia
2. Leia Mateus 14:22, 23; 26:36; Marcos 1:35-37; Lucas 5:15,16; 6:12,13. O que caracterizava as orações de Jesus? Descreva as circunstâncias que envolveram as orações de Cristo. Que lições podemos aprender com a frequência, locais e tempo das orações dEle?
Cristo certamente exemplificou a vida de oração que Ele prescreveu a Seus discípulos. De manhã, à tarde, antes e depois da pregação, sempre que possível, Jesus orava. Em jardins, montanhas lugares solitários em que não houvesse distrações, Jesus orava. Separado da presença do Pai ficamente, Jesus a Ele Se unia espiritualmente por meio da oração. Deveriam os modernos seguidores de Cristo, enfraquecidos pelas tendências pecaminosas, sufocados por preocupações seculares, frustrados pelas próprias falhas, ficar satisfeitos com algo menos do que uma vida de oração semelhante à de Jesus?

Glenn G. Poole II | Elbert, Colorado, EUA

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Terça

14 de janeiro


Vida de oração

Lição - Testemunho

A oração precisa guiar a vida de um discípulo. Paulo nos aconselhou: "Orem continuamente" (1Ts 5:17). Fazer isso é um elemento importante da vida cristã que nos ajuda a desenvolver e nutrir nosso relacionamento com Deus.
"Enquanto estamos empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer o coração ao Céu em oração. Essas silenciosas petições ascendem como incenso perante o trono da graça; e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus não pode ser vencido. Nenhuma arte maligna pode lhe destruir a paz. Todas as promessas da Palavra de Deus, todo o poder da graça divina, todos os recursos de Jeová, estão empenhados em garantir-lhe o livramento. [...]
"A oração é a respiração da alma. É o segredo do poder espiritual. [...] A oração põe a alma em imediato contato com a Fonte da vida, e fortalece os nervos e músculos da vida religiosa. Negligenciem o exercício da oração, ou a ela se dediquem de quando em quando, com intermitências, segundo pareça conveniente, e vocês perderão sua firmeza em Deus. As faculdades espirituais perdem sua vitalidade, a experiência religiosa carece de saúde e vigor. [...]
"Coisa maravilhosa é [...] indignos e faltosos mortais possuírem o poder de apresentar a Deus seus pedidos! Que mais alto poder pode o homem desejar do que este — estar ligado ao infinito Deus? O homem fraco e pecador tem o privilégio de falar a seu Criador. Podemos proferir palavras que cheguem ao trono do Rei do Universo. Podemos falar com Jesus ao caminhar, e Ele diz: Acho-Me à tua mão direita'.
"Podemos ter comunhão com Deus em nosso coração; andar na companhia de Cristo. Quando estamos empenhados em nossos trabalhos diários, podemos exalar o desejo de nosso coração, de maneira inaudível aos ouvidos humanos; mas essas palavras não amortecerão em silêncio, nem serão perdidas. Coisa alguma pode sufocar o desejo da alma. Ele se ergue acima do burburinho das ruas, acima do barulho das máquinas. É a Deus que estamos falando, e nossa oração é ouvida" (Ellen G. White, Mensagens aos Jovem, p. 249, 250).
Pense Nisto
• O caráter de quem é revelado em sua vida diária? O de Deus ou o seu? Como isso afeta sua vida de oração?
• Que coisas estão impedindo você de ter uma conexão constante com Cristo?
Mãos à Bíblia
3. Leia Mateus 6:7,8; 7:7-11; 18:19, 20. O que esses versos nos ensinam sobre a oração?
A parábola do semeador é familiar a muitos leitores. O cenário da história era comum para uma sociedade agrária. Os ouvintes de Jesus poderiam facilmente se relacionar com esse ambiente. A conexão com o discipulado é óbvia. Essencialmente, Jesus estava desafiando Seus ouvintes a avaliar sua posição como discípulos, suas tendências materialistas, rever seu nível de perseverança, analisar seu envolvimento com o mundo e escolher o estilo de vida do resoluto discipulado.
4. Leia Mateus 6:9-15; 26:39. O que esses versos nos ensinam?

Jimena Silva | Las Condes, Santiago, Chile

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Quarta

15 de janeiro


Grandes exemplos de intercessão

Lição - Evidência

Embora ocupado com os assuntos do país, o profeta Daniel não cessou de estudar a Palavra de Deus. Ele estava perplexo para relacionar o que havia sido revelado a ele em visão no capítulo 8 com os eventos do futuro imediato - o retorno dos judeus ao fim dos 70 anos (Jr 29:10). Um dos resultados da perplexidade de Daniel foi uma das mais fervorosas orações intercessoras da Bíblia. Ele pensou que o fim desse período estivesse perto, e talvez tenha temido que Israel tivesse falhado uma vez mais em corresponder às condições para o cumprimento dessa profecia. Assim, ele despejou seu coração diante de Deus, clamando por perdão e restauração.
Mais de 500 anos depois, Jesus o maior profeta de todos, conhecendo as lutas e dificuldades que Seus discípulos enfrentariam após Sua ascensão, suplicou a Seu Pai por direção, proteção e a unidade de Sua recém-nascida igreja (Jo 17). Essa oração também é conhecida como o discurso de despedida de Jesus, que foi pronunciado apenas poucas horas antes de Ele ser preso e crucificado. Mesmo sabendo o que aconteceria, a única preocupação de Jesus foi a respeito de Seus discípulos.
Apesar de terem diferentes contextos, tanto a oração de Daniel quanto a de Jesus tiveram a glória de Deus como o objetivo maior de sua intercessão. "É por Tua causa que Israel será libertado", Daniel diz, em outras palavras (Dn 9:17, 19). Jesus introduziu Sua oração afirmando que Seu desejo era glorificar o nome de Seu Pai (Jo 17:1). Tanto Jesus quanto Daniel, identificaram-se com as pessoas por quem eles oraram. Daniel não se excluiu quando confessou os pecados de Israel (Dn 9:4-6). Jesus assim Se referiu aos Seus discípulos: "aqueles que do mundo Me deste" (Jo 17:6).
Moisés, Eliseu e Jeremias também são exemplos de personagens bíblicos que suplicaram a Deus pela salvação de seu povo. E Deus os escutou. Mas eles foram apenas símbolos de Jesus, nosso único Intercessor. É Ele quem carrega nossas mágoas em Seu coração e nossos fardos em Seus ombros. E Ele quem nos defende quando Satanás aponta nossas falhas.
Mãos à Bíblia
5. Leia Lucas 22:31, 32; João 17:6-26; Hb 2:17. Como a identificação de Jesus com a humanidade influencia Suas orações de intercessão? Quais são os objetivos das orações de Cristo?
Jesus podia interceder eficazmente em favor dos Seus discípulos porque estava ativamente envolvido na vida deles, os compreendia completamente e desejava seu bem. Hoje, a intercessão eficaz exige as mesmas coisas. Os formadores de discípulos do século 21 descartarão atividades demoradas que interfiram em seu relacionamento com os perdidos. Ganhar dinheiro, alcançar fama e até mesmo a excelência educacional devem vir depois do objetivo maior: a redenção dos perdidos. Orar com consciência solidária em relação às aflições dos outros, e com grande desejo de aliviar esse sofrimento, ainda é o padrão da oração de intercessão na formação eficaz de discípulos.
Pense Nisto
• O que é necessário para orarmos como Daniel?
• Quanto tempo gastamos em intercessão pelos outros?

Pablo Quinteros | Manágua, Nicarágua

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Quinta

16 de janeiro


Conversa entre amigos

Lição - Aplicação

Embora os discípulos de Cristo devam orar, essa ainda pode ser uma prática com a qual alguns cristãos se sintam desconfortáveis. Como os discípulos de Jesus em Lucas 11:1, alguns podem estar dizendo: "Senhor, ensina-nos a orar". Para os discípulos de Cristo que realmente desejam saber como orar, aqui vão algumas ideias-chave que valem a pena mantermos em mente.
A oração precisa ser o primeiro, não o último recurso. Jesus constantemen-te orava antes de Se empenhar no ministério e quando enfrentava grandes desafios. Precisamos fazer o mesmo! Reconheça que você precisa da sabedoria e compreensão que só podem ser adquiridas em oração. Se você deseja ser bem-sucedido em tudo, especialmente ao fazer discípulos, coloque a oração como prioridade em sua vida.
Lembre-se de que a oração é uma conversa dentro de um relacionamento. Assim como conversamos com conhecidos ou amigos íntimos, podemos abrir nosso coração sem reservas a Deus. Deixe de lado as orações floreadas e rebuscadas e compartilhe com Ele o que está no seu íntimo: suas emoções e anseios.
Misture a oração com ações de graças. "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus" (Fp 4:6). Uma parte fundamental da oração é nutrir um espírito de gratidão dentro de nós em quaisquer circunstâncias.
Interceda especificamente por outros. Jesus exemplificou de maneira bela esse conceito em João 17:20, 21: "Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em Mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em Mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste' ". Estude os exemplos de oração intercessora encontrados em Daniel 9, João 17, Efésios 1:15-21; 3:16-19, Filipenses 1:9-11 e Colossenses 1:9-12. Estude também as palavras de Paulo a respeito da oração para influenciar o conteúdo de suas próprias orações intercessoras.
Mãos à Bíblia
6. Leia Atos 1:13, 14; 1 Timóteo 2:1-4; Tiago 5:13-16; 1 João 5:16; Judas 20-22; 1 Pedro 4:7. Qual foi o papel da oração na igreja primitiva? Por quais situações eles oraram? O que podemos aprender com esses exemplos?
A constante oração sustentou a igreja primitiva. Sempre que Paulo viajava com propósitos missio¬nários, ele era comissionado por meio da oração (At 13:3; 14:23). Mesmo as despedidas eram envolvidas em oração (At 20:36; 21:5). Frequentemente suas orações assumiam a forma de intercessão. Eles oravam pelos líderes do governo, pelos irmãos e por todos! Dificilmente poderia haver exagero ao destacar a centralidade da oração entre os primeiros cristãos. As Escrituras dizem que a oração agrada a Deus porque Ele deseja a salvação para todos e busca promover a verdade.

Lisa Poole | Elbert, Colorado, EUA

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Sexta

17 de janeiro


Alimento espiritual

Lição - Opinião

A oração é uma forma de construirmos um relacionamento sólido com nosso Criador, para que Ele possa moldar nosso coração e mente de acordo com Seu amor e justiça. Um relacionamento próximo com Ele também nos ajuda a ter entusiasmo em compartilhá-Lo com os outros. Jesus gastou muito tempo orando a Seu Pai. Ele sabia que, quanto mais forte fosse o relacionamento com Ele, mais força teria para refletír o amor e a glória do Pai e preparar-Se para a cruz. O discipulado não é nada sem a oração.
A oração é como o alimento. Não comemos somente quando precisamos realizar atividades físicas, pois nosso corpo necessita de energia para todas as outras ativida-es que precisamos executar. De idêntica maneira, precisamos de comida espiritual constante para que sejamos sempre capazes de comunicar as verdades de Deus. A oração, portanto, forma discípulos fortes. E uma vez que tenhamos construído uma forte conexão com Deus, nosso exemplo testemunhará de modo natural a muitas vidas que se encontram perdidas.
Discipulado é muito mais do que trazer pessoas para a igreja. Ê o privilégio de sermos guiados por Deus para alcançar pessoas de uma forma amigável e pessoal. E o privilégio de testemunhar da glória do Senhor e de Seu poder transformador.
Que maravilhoso presente Deus tem nos dado por meio da oração!
Pense Nisto
• Você acha que ora o suficiente? Acha que sua igreja ora o bastante? O que podemos fazer para fortalecer nosso hábito de orar?
• Se você orasse mais, como isso poderia afetar sua vida, bem como a de outros ao seu redor?
Mãos à obra
• Decore um espaço para oração em sua igreja ou casa. Um lugar decorado de maneira que conduza seus pensamentos a Deus pode melhorar sua vida de oração.
• Organize uma caminhada de oração. Ande com um amigo em sua vizinhança e, no caminho, orem um pelo outro e por aqueles que moram nas casas pelas quais vocês passarem.

Francisco Navarro | Las Condes, Santiago, Chile

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