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Brasileiros dedicam período para ações sociais e evangelísticas no arquipélago de São Tomé e Príncipe. Num dos menores países africanos, 62% da população é de baixa renda e poucos têm acesso à Bíblia

Jenny Vieira

Testemunho na universidade

Além de desenvolver projetos de saúde e ações evangelísticas, brasileiros ajudaram a levantar fundos para construção de igrejas nas ilhas de São Tomé e Príncipe. Foto: Ucob

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem crescido o número de jovens que escolhem permanecer na casa dos pais por mais tempo. A chamada “geração canguru” já envolve um em cada quatro brasileiros na faixa dos 25 aos 34 anos. A decisão de viver com a família está relacionada a diferentes fatores, incluindo aspectos financeiros (desemprego, custo habitacional), bem como questões psicológicas (comodismo), educacionais (dedicação exclusiva aos estudos) e sociodemográficas.

Na contramão dessa tendência, um grupo de jovens tem se destacado pela coragem de sair cedo de casa em busca de uma experiência diferente: o voluntariado. Em 2017, mais de 800 jovens sul-­americanos foram selecionados para participar do projeto One Year in Mission (Um Ano em Missão). A brasiliense Ana Claudia Rodrigues, de 23 anos, fez parte desse grupo. Ela foi chamada para liderar uma equipe de nove voluntários da região Centro-Oeste do Brasil no arquipélago de São Tomé e Príncipe.

Conheça a história da jornalista que desafiou a Deus e, hoje, é voluntária na Mongólia.
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Em meio a dúvidas, Milena desafiou a Deus por meio de uma oração. Foto: Shutterstock

Quando você pensa no emprego dos sonhos, o que lhe vem à mente? Deixe-me apresentar o cenário: você está terminando o curso universitário, tem um excelente estágio e, então, o emprego dos sonhos chega a você e lhe convida a trabalhar. Parece absolutamente incrível, não?

Bem, era isso que pensava estar acontecendo em 2016. Eu me tornaria uma jornalista formada em dezembro daquele ano e, em agosto, um canal esportivo de televisão no Brasil me convidou para trabalhar com eles. Eu amo TV, e tinha tido experiências com produção quando eu fui voluntária no Hope Channel, nos Estados Unidos, entre 2012 e 2014. Não somente isso, eu venho de uma família de atletas, e cresci amando esporte. Então fiquei muito feliz por ver aquela oportunidade cair em meu colo.

As visitas persistentes de um pastor adventista levaram-na a repensar sua fé
Mulher-bomba é batizada em prisão africana

Amina recusou a primeira oferta do pastor de orar por ela. Disse que, antes, ele deveria orar por si mesmo. (Foto: Pixabay)

África Centro-Oriental… [ASN] Amina está cumprindo uma sentença de cinco anos de prisão na África Centro-Oriental, após ter sido presa ao se dirigir à Índia para explodir um grande prédio. Lá, as visitas persistentes de um pastor adventista do sétimo dia levaram-na a descartar sua compreensão fundamentalista do islã e ser batizada na Igreja Adventista algumas semanas atrás.

Amina havia planejado o ataque depois de ter sido ensinada por muçulmanos fundamentalistas de que estaria fazendo justiça e viveria no paraíso se eliminasse o mal. Ela estava em confinamento na solitária – uma cela isolada – devido à natureza de seu crime, quando o pastor a visitou pela primeira vez.