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Após anos de guerra, que obrigaram o encerramento das atividades, igreja inaugura novo edifício para atender comunidade

Por Allana Ferreira, União do Oriente Médio e Norte da África

Membros oram durante culto de inauguração do novo templo

Membros oram durante culto de inauguração do novo templo (Foto: União do Oriente Médio e Norte da África)

A comunidade adventista do sétimo dia inaugurou sua primeira igreja em Erbil, capital da região do Curdistão iraquiano, no dia 25 de fevereiro. Durante o primeiro culto no novo edifício da igreja, no sábado anterior, os membros refletiram sobre os anos passados, nos desafios enfrentados e nas bênçãos alcançadas.

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Gilberto Araújo, diretor da sede adventista para a Região Mediterrânea Oriental, que abrange o Iraque, Líbano, Jordânia e Síria, manifestou sua gratidão pelo apoio recebido da União do Oriente Médio e Norte da África (Mena).

Dentro e fora das quadras, Wagner Oliveira aproveita todas as oportunidades para falar do amor de Deus

Por Vanessa Arba

Wagner inicia suas aulas com um culto, onde apresenta aos alunos a Palavra de Deus

Wagner inicia suas aulas com um culto, onde apresenta aos alunos a Palavra de Deus (Foto: Arquivo pessoal)

“Eu fico inventando, mais do que Santos Dumont, maneiras de falar de Deus para as pessoas numa linguagem que elas entendam.” As palavras da Wagner Oliveira, de Goiânia, em Goiás, resumem bem o seu dia a dia como evangelista. Professora de Educação Física aposentada, hoje, com 69 anos de idade, ela ainda usa o esporte como meio de aproximar-se das pessoas para apresentar-lhes a Bíblia.

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Wagner atua, durante a semana, num projeto social em parceria com a Secretaria do Esporte de Goiânia, como professora de uma escolinha de iniciação esportiva para meninos carentes. Há quase 20 anos neste trabalho, nenhuma aula começa sem um culto a Deus. “É tudo na linguagem deles”, diz ela. “A gente tem uma meditação que sempre conta a história de vida de algum atleta, e depois vem a aplicação espiritual. Às vezes os pais que vêm trazer os filhos também participam do culto. É bem legal!”

Brasileiros dedicam período para ações sociais e evangelísticas no arquipélago de São Tomé e Príncipe. Num dos menores países africanos, 62% da população é de baixa renda e poucos têm acesso à Bíblia

Jenny Vieira

Testemunho na universidade

Além de desenvolver projetos de saúde e ações evangelísticas, brasileiros ajudaram a levantar fundos para construção de igrejas nas ilhas de São Tomé e Príncipe. Foto: Ucob

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem crescido o número de jovens que escolhem permanecer na casa dos pais por mais tempo. A chamada “geração canguru” já envolve um em cada quatro brasileiros na faixa dos 25 aos 34 anos. A decisão de viver com a família está relacionada a diferentes fatores, incluindo aspectos financeiros (desemprego, custo habitacional), bem como questões psicológicas (comodismo), educacionais (dedicação exclusiva aos estudos) e sociodemográficas.

Na contramão dessa tendência, um grupo de jovens tem se destacado pela coragem de sair cedo de casa em busca de uma experiência diferente: o voluntariado. Em 2017, mais de 800 jovens sul-­americanos foram selecionados para participar do projeto One Year in Mission (Um Ano em Missão). A brasiliense Ana Claudia Rodrigues, de 23 anos, fez parte desse grupo. Ela foi chamada para liderar uma equipe de nove voluntários da região Centro-Oeste do Brasil no arquipélago de São Tomé e Príncipe.