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Provisão, proteção, amor, disciplina e fé compõem o embrião da paternidade
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Antes de um bebê nascer, é preciso que tenha “nascido” um pai. É claro que não somente no sentido biológico, mas sobretudo no aspecto educacional. Preparar a mente, o coração e a vida como um todo para a chegada de um filho faz brotar a semente da paternidade, que, se desenvolvida adequadamente, resultará em inúmeros benefícios educativos. O “nascimento” de um pai é a garantia de que a criança vai ter um exemplo a seguir e alguém em quem confiar. Mas, afinal, como nasce um pai?

Um pai nasce quando um homem percebe que é seu papel agir como protetor e provedor. A responsabilidade e disciplina no cumprimento dos deveres, o desejo pela dignidade que advém do trabalho e a vontade de aprimoramento pessoal e profissional são evidências de que o menino virou homem e que do homem pode nascer um pai. Tudo isso é gestado a partir de valores como respeito, honestidade, generosidade e ética. Quando um homem passa a pautar suas atitudes com esses valores essenciais, ele se torna apto para educar, acompanhando de perto o desenvolvimento do filho.

Conduzindo os filhos nos caminhos de Deus

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No ano de 1954, a educadora Dorothy Law Nolte escreveu um poema que se tornaria um grande clássico. O poema é intitulado “As Crianças Aprendem o que Vivenciam”. Vale a pena sua leitura:

Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.

Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.

Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.

Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.

Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.

Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.

Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.

Saiba como ser mais participativa na vida escolar do seu filho
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Comemorado no segundo domingo de maio, o Dia das Mães é uma das datas mas exploradas comercialmente. Além de aquecer a economia, ela também movimenta as escolas, que costumam realizar programações especiais e incentivar os alunos a confeccionarem cartões ou outras lembranças em homenagem à figura materna.

Em uma sociedade cada vez mais atribulada pela falta de tempo, essa é uma ocasião oportuna para aproximar não somente as mães, mas toda a família do ambiente escolar. Porém, acredito que a presença da mãe, do pai ou do responsável pelo aluno, não deve se limitar às datas especiais.

Mãe, você possui características inatas para gerar vida, doar amor, cuidar e educar. Não limite a maternidade às programações festivas da escola. Seja presente o ano inteiro. Eu sei que trabalhamos muito, temos os afazeres profissionais, domésticos e outras atividades, mas nenhum deles supera a responsabilidade de ser mãe.