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Material aprovado por líderes adventistas de todo o mundo norteia princípios sobre como a organização vai lidar com a questão dos transgêneros
Igreja Adventista vota declaração sobre transgêneros

Livros sobre família, que vão abordar também o tema de transgêneros, serão lançados pelo Instituto de Pesquisa Bíblica nos próximos meses. Foto: Shutterstock

Silver Spring, EUA … [ASN] Um documento com a visão teológica adventista sobre transgêneros foi aprovado nessa semana pelos delegados do Concílio Administrativo da Associação Geral (AG) da Igreja Adventista do Sétimo Dia, realizado nos Estados Unidos. Conduzindo a reunião, o pastor Ted Wilson, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pediu que a declaração fosse votada “com o entendimento de que podemos ajustar o texto um pouco aqui e ali a fim de que seja menos abstrato”. Ele prosseguiu dizendo: “A última coisa que queremos é afugentar as pessoas de Cristo e da Igreja. Desejamos que elas venham aos pés da cruz e para Sua graça transformadora”.

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Foto: Shutterstock

“Muitas pessoas que não pertencem a nossa fé estão anelando o próprio auxílio que os cristãos têm o dever de dar. Caso o povo de Deus mostrasse genuíno interesse em seu próximo, muitos seriam alcançados pelas verdades especiais para este tempo. Coisa alguma dará, ou jamais poderá dar reputação à obra, como ajudar o povo indo ao seu encontro onde se acham”. Testemunhos Seletos, volume 2, página 516, Ellen White.

Esse trecho da escritora Ellen White diz respeito ao que efetivamente contribui para estabelecer uma boa reputação para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, objeto do assunto dela. Isso me fez pensar acerca de alguns fatos que observo no trabalho comunicacional ao longo do tempo. Válido, diga-se de passagem, não apenas para igrejas, mas para qualquer organização.

Materiais produzidos por estudantes de Teologia estarão presentes em publicação sobre a Reforma Protestante
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Primeira edição de 2017 está disponível para download (Foto: Casa Publicadora Brasileira)

Brasília, DF… [ASN] Foi em 1517, há exatos 500 anos, que o monge agostiniano Martinho Lutero expôs na porta da igreja do Castelo de Wittenberg as suas 95 teses em confronto a diversos pontos doutrinários da Igreja Católica Romana. Deu-se, então, início a uma revolução religiosa que se espalhou rapidamente por países europeus, conhecida hoje como Reforma Protestante.

Talvez a maior contribuição do movimento para a história foi o fato de ter proporcionado um maior acesso à Bíblia, graças às traduções do latim para outros idiomas feitas pelos reformadores. Com a disponibilidade das Escrituras, muitos grupos passaram a estudá-las e interpretá-las de maneiras distintas, dando origem às denominações protestantes e, por conseguinte, evangélicas conhecidas hoje.