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Detox Digital

Hand holding the plug, blackboard

Hand holding the plug, blackboard

Não teve jeito! Finalmente, cedi à pressão. Depois de tanta insistência infindável e incessante, realizei o desejo da minha filha millennial, Thalissa, de seis anos:

Dei um IPhone de presente para ela.

Isso mesmo, o MEU! Eu explico.

Fiz uma “aposta da virada” neste último Réveillon: durante 15 dias eternos, entregar nas suas mãozinhas um “pedaço de mim”, ou seja, meu smartphone onipresente e vital. Ela desligou todas as minhas redes sociais, wi-fi, 3G e qualquer aplicativo capaz de me exilar no mundo virtual. Além disso, escondeu-o para eu não ter “recaídas de crise de abstinência”. Ah, e foi um Pacto Transmídia – incluindo tablet, notebook e até a Smart TV.

Nova geração para Cristo

Congresso GYC reúne milhares de jovens comprometidos com o chamado e a fidelidade
GYC 2016

Projeto possibilitou que estudantes aprendessem na prática a importância da solidariedade. Créditos da imagem: divulgação IAP

UBER e a Disruptura de Atos

Logo Uber

Ei, Pastor, desça do taxi, por favor!

Em tom provocativo, sou ameaçado por um nativo digital millenial (destes que esfregam na cara dos que nasceram “no século passado”). Levo numa boa, mas a disruptura dói na alma – quando a poeira dos velhos tempos se revela cruel em minhas pressuposições cheirando naftalina. Sinto-me velho. Ele, voraz. A verdade é que no conflito entre ares de vanguarda e sombras da velha-guarda, dou de cara com a realidade: tudo muda rápido demais. E quem não “desce do taxi”? Vai se exilar entre os habitantes do Orkut!

Viu a ebulição dos taxistas impotentes na panela de pressão das novas tecnologias? Acuados, entrincheiraram-se contra o aplicativo UBER que apenas democratizou as caronas remuneradas. Surge a carona colaborativa. Fim dos intermediários. A moda é “descer do taxi” e pagar pouco por um serviço melhor.