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Será que as mulheres são mais felizes no mundo moderno?

Será que as mulheres são mais felizes no mundo moderno?

Não adianta. Tenho mesmo uma personalidade reflexiva e sempre aproveito essas datas comemorativas para analisar certas questões. No dia 8 de março comemoramos mundialmente o Dia da Mulher e resolvi analisar o tema. Para isso, vou pegar uma família brasileira de classe média e observar as mudanças que ocorreram ao longo dos anos.

Muito bem, a mulher que nasceu no início do século XX não tinha direito a voto e interferia de forma indireta nas decisões de seus maridos, irmãos, filhos e outros parentes ou amigos do sexo masculino. Suas funções eram ter filhos, criar e educar. Era pacata e gastava seu tempo com os afazeres domésticos. Nas horas livres fazia tricô e crochê. Não estudava, não entrava em mercados ou ambientes do gênero, afinal, mulheres de família não frequentavam esses lugares. Sua maior alegria era estar cercada pelos seis filhos da família.

O impacto da mãe na saúde emocional da criança tem reflexos durante a vida toda
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Ser mãe não é fácil. É “padecer no paraíso”. Quando alguma coisa dá errado, a frase é conhecida: “Culpa da mãe”. De fato, a mãe (ou alguém que desempenhe esse papel) é fundamental na formação emocional do filho não só na infância, mas também na vida futura.

Os cuidados recebidos por uma criança em seus primeiros anos de vida são vitais para sua saúde mental. Como isso acontece? É simples. A mãe que proporciona uma vivência calorosa para o filho, com disponibilidade emocional que seja percebida por ele e que resulte em satisfação e prazer para ambos, está num bom caminho. Se a criança não experimenta esse tipo de relação, sofre de “privação da mãe”, o que gera efeitos devastadores.

A ausência da mãe por motivo de trabalho, viagem ou doença deve ser suavizada por um cuidador em quem a criança confie. Mesmo parcial, a privação da mãe gera angústia, carência de amor, sentimento de vingança, culpa e depressão. Casos graves resultam em distúrbios nervosos, personalidade instável, incapacidade de formar vínculos e estabelecer relações na vida adulta.

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Você com certeza já ouviu falar nela: a Mulher Maravilha. Criada nos Estados Unidos com o nome de Wonder Woman, foi a primeira super-heroína das histórias em quadrinhos criadas pela DC Comics e apareceu pela primeira vez em All Star Comics, em 8 de dezembro de 1941. A partir daí virou filme e outras coisas mais. Os poderes da Mulher Maravilha, conforme descritos nos filmes e desenhos são impressionantes:

– Força física, invulnerabilidade, resistência corporal, capacidade de voo, agilidade, reflexos rápidos, velocidade, audição acima da média, empatia com animais, fator de cura, imunidade a lesões e controles mentais, imortalidade, capacidade de falar todos os idiomas, resistência ao fogo, mestre em combate corpo a corpo, habilidade com armas, pilotagem, entre outros poderes incríveis e sobre humanos. Pura fantasia. Um faz de conta sem fim.