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Produção conta histórias de pessoas que tem feito a diferença em suas localidades
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Série conta com oito episódios

Brasília, DF… [ASN] Buscando enfatizar o envolvimento e comprometimento dos fiéis adventistas em todas as regiões do País, o Revista Novo Tempo tem levado ao ar a série “Adventistas Pelo Brasil” desde o início do mês de julho. Segundo a produtora do programa, Patrícia Pieper, a ideia surgiu no começo do ano em uma reunião de planejamento. “Queríamos que as pessoas começassem a enxergar quão grande é a influência que o membro tem e a diferença que ele pode fazer na sua localidade”, explica a jornalista.

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Na cozinha, restos de obra e garrafas de vidro viraram destaque na decoração.

Você compraria um sofá feito de pallet ou caixas de leite? E um armário feito de caixas de verdura? Já pensou em colocar um pneu de carro no lugar da cuba de louça do seu banheiro? Pode até parecer estranho, mas esses itens podem virar artigo de luxo dentro de uma casa, além de colaborar para a preservação do meio ambiente. Isso é o que vai mostrou a Casa Cor CAV, exposição promovida pelo Colégio Adventista de Vitória (CAV), entre os dias 8, 9 e 10 de junho. Em alusão à Semana do Meio Ambiente, os alunos produziram peças e móveis com materiais que iriam para o lixo.

O resultado foi uma casa inteira construída com garrafas PET, tampinhas, caixas de leite, cizal, pallet, rolo de papel higiênico, jornal, papelão, canos de PVC e muito mais. A residência contou com sala, cozinha, quarto do casal, quarto do adolescente, cozinha, lavanderia, jardim e até laguinho com deck.

A igreja e o orelhão-planta

E agora?

Nunca pensei que iria passar por isso. Na rua, sem carteira, sem dinheiro e o mais grave: sem bateria no celular. Um desastre total. Estava em uma cidade desconhecida, tinha perdido tudo isso. Logo, algumas opções de autotortura começaram a passar pela minha cabeça. Já podia imaginar minha esposa dizendo, em uma reportagem na televisão: “Ele era uma pessoa tão boa!”.

Em meio a este grande problema, parei e pensei quais eram as minhas opções para sair vivo daquele dia. E eis que no meu campo de visão aparece algo que não via há muitos anos, desde os tempos de escola. Um orelhão – e não, este não é o apelido de uma pessoa, mas aquele aparelho público de telefone.